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A companhia do Chapitô em Idanha-a-Nova

A ajidanha convida-o a assistir ao espectáculo da Companhia do Chapitô “Napoleão ou O Complexo de Épico”, nos dias 29 e 30 de junho de 2021, pelas 21 horas, no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova.
Na procura de entender o homem que foi Napoleão e o fenómeno em torno de si criado, debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio. Napoleão é uma figura carismática e controversa. Lança-nos questões ligadas ao poder, políticas e sociais, tão pertinentes hoje como há três séculos atrás. A sua ambição pessoal, audácia e determinação levaram-no longe, expandindo territórios, apropriando-se dos ideais da Revolução Francesa. Mais tarde, reaproxima-se de valores aristocráticos que antes repudiara, centraliza em si o poder e auto proclama-se Imperador. A sua força de vontade era única. A sua queda foi proporcional à sua ascensão. Uma vida romanesca, que reúne todos os ingredientes para uma boa história. Caberá ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem que foi Napoleão. A nós cabe-nos a tarefa de contar, procurando com humor e poesia, os reversos da história. Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa.
O preço dos bilhetes é de oito euros (cinco euros para os sócios da ajidanha). As reservas podem ser feitas através do número 938983960 ou ajidanha@gmail.com

 

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Semente, em Idanha-a-Nova

A ajidanha apresenta dia 25 de julho de 2021, domingo, pelas 17h00m, no Teatro Estúdio Ajidanha , o espectáculo SEMENTE – O Homem que Plantava Árvores”, no âmbito do Festival ajidanha 2021.
A partir de O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES, de JEAN GIONO
Inspirado em acontecimentos verdadeiros, SEMENTE – O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível
sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
É uma estória admirável que nos mostra como um homem
humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver
longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios,
consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas
e áridas de França.
Público
geral
Intervenientes na itinerância do espectáculo
1 intérprete.
Classificação etária
M/6 anos
Duração
45 minutos
Reserva natural/Habitat criativo
encenação e adaptação
carvalho JOSÉ C. GARCIA
assistência de encenação
pinheiro RUI PINHEIRO
interpretação
tília NURIA CUADRADO
desenho de luz
sobreiro BRUNO ESTEVES
figurinos
algodoeiro CARLA SOFIA MIGUEL
design gráfico e animação
oliveira SOFIA SERRAZINA
carpinteiro de cena
nogueira RUI VARÃO
apoio técnico
azinheira Paulo Vaz
Distribuição em Espanha
Eucalipto CÉSAR ARIAS
agradecimentos/salgueiros
Ana Rita Santos, César Pinheiro, Daniel Machado, Fernando Trolho,
JP, João Mascarenhas, Maria Helena, Maria Fernanda, Fran Lasuen, Fernanda Amaral,
Fernanda Sousa, Manuela Catana, Nuno Capelo, Raquel Pratas, Sara Fialho, Tito
Lopes.
Apoios:
Direcção Regional da Cultura do Centro
Município de Idanha-a-Nova
União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes
O espectáculo “Semente – o homem que plantava árvores” estreou no Fórum Machico, no dia 31 de outubro de 2020.
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A la deriva, em Feria, Badajoz (Espanha)

A ajidanha apresentará o espectáculo “À la deriva” no dia 29 de julho de 2021, no Centro Cultural José Muñoz em Feria, Badajoz (Espanha).

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
PÚBLICO-ALVO: Geral
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
DURAÇÃO: 50 minutos
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
No dia 25 de outubro de 2020, na cerimónia de encerramento do XXVIII Certamen de Teatro “Raúl Moreno Molero” em Torrejoncillo (Espanha), a ajidanha foi novamente premiada com a participação naquele festival, com o espectáculo “À deriva”, vencendo a melhor cenografia, a melhor encenação e o melhor espectáculo. Além destes prémios, apesar de não terem ganho, Nuria Cuadrado foi ainda uma das três finalistas a melhor actriz principal, assim como Bruno Esteves e Rui Pinheiro foram dois dos três finalistas, para melhor actor principal.
(> 12 anos)
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

 

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“Magalhães – Elcano” na Benedita

A ajidanha apresenta no próximo dia 18 de setembro, pelas 21 horas, o espectáculo “Magalhães – Elcano” no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita.

Magalhães partiu, morreu na praia. Elcano chegou. Isto é História, o resto é Obra.

Encenação: José C. Garcia

Assistência de Encenação: Rui Pinheiro

Interpretação: Nuria Cuadrado e Pedro Diogo

Desenho de Luz: Bruno Esteves

Operação de Luz e Som: Bruno Esteves e Paulo Vaz.

Tecido Sonoro: Cadeira D’ Avó

Apoio à Produção: Andreia Oliveira, Sofia Miguel e Rui Varão.

Este espectáculo estreou no passado dia 15 e maio de 2021, no Teatro Estúdio Ajidanha.

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“Semente” no festival de teatro ajidanha 2021

A ajidanha apresenta dia 04 de outubro de 2021, pelas 21h00m, no Salão da Associação Cultural de Medelim, o espectáculo SEMENTE – O Homem que Plantava Árvores”, no âmbito do Festival ajidanha 2021.
A partir de O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES, de JEAN GIONO
Inspirado em acontecimentos verdadeiros, SEMENTE – O
Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível
sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo
à sua volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
É uma estória admirável que nos mostra como um homem
humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver
longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios,
consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas
e áridas de França.
Público
geral
Intervenientes na itinerância do espectáculo
1 intérprete.
Classificação etária
M/6 anos
Duração
45 minutos
(Espectáculo apresentado em castelhano)
Reserva natural/Habitat criativo
encenação e adaptação
carvalho JOSÉ C. GARCIA
assistência de encenação
pinheiro RUI PINHEIRO
interpretação
tília NURIA CUADRADO
desenho de luz
sobreiro BRUNO ESTEVES
figurinos
algodoeiro CARLA SOFIA MIGUEL
design gráfico e animação
oliveira SOFIA SERRAZINA
carpinteiro de cena
nogueira RUI VARÃO
apoio técnico
azinheira Paulo Vaz
Distribuição em Espanha
Eucalipto CÉSAR ARIAS
agradecimentos/salgueiros
Ana Rita Santos, César Pinheiro, Daniel Machado, Fernando Trolho,
JP, João Mascarenhas, Maria Helena, Maria Fernanda, Fran Lasuen, Fernanda Amaral,
Fernanda Sousa, Manuela Catana, Nuno Capelo, Raquel Pratas, Sara Fialho, Tito
Lopes.
Apoios:
Direcção Regional da Cultura do Centro
Município de Idanha-a-Nova
União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes
O espectáculo “Semente – o homem que plantava árvores” estreou no Fórum Machico, no dia 31 de outubro de 2020.

 

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“Magalhães – Elcano”, no festival de teatro ajidanha 2021

A ajidanha apresenta no próximo dia 07 de outubro de 2021, pelas 21 horas, o espectáculo “Magalhães – Elcano” no âmbito do Festival de Teatro Ajidanha 2021.
Magalhães partiu, morreu na praia. Elcano chegou. Isto é História, o resto é Obra.
Encenação: José C. Garcia
Assistência de Encenação: Rui Pinheiro
Interpretação: Nuria Cuadrado e Pedro Diogo
Desenho de Luz: Bruno Esteves.
Operação de Luz e Som: Bruno Esteves e Paulo Vaz.
Tecido Sonoro: Cadeira D’Avó
Apoio à Produção: Andreia Oliveira, Sofia Miguel e Rui Varão.
Este espectáculo estreou no passado dia 15 e maio de 2021, no Teatro Estúdio Ajidanha.
Projeto financiado por República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes

 

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“A refeição” no festival de teatro ajidanha 2021

No dia 08 de outubro de 2021, pelas 21h00m, a ajidanha apresenta no Centro Cultural de Alcafozes, o espectáculo “A refeição”, no âmbito do festival ajidanha 2021.
A Refeição
Menu degustação:
Propomos que comece pelo vinho, adocicado e jovem. A sopa é servida de seguida e a ferver. Se ainda tiver estômago, para segundo prato temos carne, simples… só água e sal. Sobremesa: maçã verde. A servir: o mordomo. A Acompanhar: 3 personagens comuns.
A partir de quase nada agarrámo-nos aos tachos, os ingredientes vieram pelo caminho: Bukowski, Afonso Cruz, Mário Henrique Leiria, Ferdinand Von Schira, nós. Tudo triturado et voilá, temos Refeição.
Bom apetite!
Encenação: José Carlos Garcia
Assistência de Encenação: Sofia Serrazina
Interpretação: Sofia Miguel, Paulo Vaz, Pedro Grácio e Rui Pinheiro
Desenho de luz: José Carlos Garcia e Paulo Vaz
Operação de luz e som: Paulo Vaz
Produção: ajidanha
Dramaturgia: criação colectiva
Com trechos de: Charles Bukowski em “Os Cães Ladram Facas, Antologia Poética”, Afonso Cruz em “Jalan, Jalan”, Mário Henrique Leiria em “Contos do Gin Tonic” e “Novos Contos do Gin”, Ferdinand Von Schirach em “Crimes”, São Veiga em “Luzes… Câmaras… À São” e Lucas 22 em “Bíblia”.

 

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“O anexo” no festival de teatro ajidanha 2021

No próximo dia 11 de outubro de 2021, pelas 21h00m, no âmbito do festival de teatro ajidanha 2021, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”, no salão do Centro de Dia de Toulões.
Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *
Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.
“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)
O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos
* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.
Elenco técnico e artístico
Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova

 

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“Magalhães – Elcano”, em Machico

A ajidanha apresenta no próximo dia 16 de outubro de 2021, pelas 21 horas, o espectáculo “Magalhães – Elcano” no Fórum Machico, no âmbito do festival de teatro do Grupo de Teatro de Machico.
Magalhães partiu, morreu na praia. Elcano chegou. Isto é História, o resto é Obra.
Encenação: José C. Garcia
Assistência de Encenação: Rui Pinheiro
Interpretação: Nuria Cuadrado e Pedro Diogo
Desenho de Luz: Bruno Esteves.
Operação de Luz e Som: Bruno Esteves e Paulo Vaz.
Tecido Sonoro: Cadeira D’Avó
Apoio à Produção: Andreia Oliveira, Sofia Miguel e Rui Varão.
Este espectáculo estreou no passado dia 15 e maio de 2021, no Teatro Estúdio Ajidanha.
Projeto financiado por República Portuguesa – Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes

 

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O anexo, em Vila Nova de Gaia

No próximo dia 23 de outubro de 2021, pelas 21h30m, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”, no âmbito da terceira edição do Festival de Teatro José Guimarães, em Vila Nova de Gaia.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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“O anexo” em Vila do Conde

No próximo dia 06 de Novembro de 2021, no âmbito do festival de teatro do CCO, em Vila do Conde, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”, em Vila Nova de Gaia.
Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *
Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.
“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)
O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos
* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.
Elenco técnico e artístico
Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova

 

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À deriva, em Itália

A ajidanha apresentará o espectáculo “À deriva” em Trento, Itália, de 11 a 14 de novembro de 2021.
À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.
O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.
Este espectáculo será apresentado em castelhano.
Elenco técnico e artístico
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
PÚBLICO-ALVO: Geral
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
DURAÇÃO: 50 minutos
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
No dia 25 de outubro de 2020, na cerimónia de encerramento do XXVIII Certamen de Teatro “Raúl Moreno Molero” em Torrejoncillo (Espanha), a ajidanha foi novamente premiada com a participação naquele festival, com o espectáculo “À deriva”, vencendo a melhor cenografia, a melhor encenação e o melhor espectáculo. Além destes prémios, apesar de não terem ganho, Nuria Cuadrado foi ainda uma das três finalistas a melhor actriz principal, assim como Bruno Esteves e Rui Pinheiro foram dois dos três finalistas, para melhor actor principal.
(> 12 anos)
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

 

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À deriva, em Oliveira de Azeméis

A ajidanha apresentará o espectáculo “À deriva” no dia 20 de novembro de 2021, em Oliveira de Azeméis.
À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.
O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.
Este espectáculo será apresentado em castelhano.
Elenco técnico e artístico
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
PÚBLICO-ALVO: Geral
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
DURAÇÃO: 50 minutos
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
No dia 25 de outubro de 2020, na cerimónia de encerramento do XXVIII Certamen de Teatro “Raúl Moreno Molero” em Torrejoncillo (Espanha), a ajidanha foi novamente premiada com a participação naquele festival, com o espectáculo “À deriva”, vencendo a melhor cenografia, a melhor encenação e o melhor espectáculo. Além destes prémios, apesar de não terem ganho, Nuria Cuadrado foi ainda uma das três finalistas a melhor actriz principal, assim como Bruno Esteves e Rui Pinheiro foram dois dos três finalistas, para melhor actor principal.
(> 12 anos)
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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A refeição, em Cáceres

No dia 12 de fevereiro de 2022, na sala Maltraviesso, em Cáceres, a ajidanha apresenta o espectáculo “A refeição”.
A Refeição
Menu degustação:
Propomos que comece pelo vinho, adocicado e jovem. A sopa é servida de seguida e a ferver. Se ainda tiver estômago, para segundo prato temos carne, simples… só água e sal. Sobremesa: maçã verde. A servir: o mordomo. A Acompanhar: 3 personagens comuns.
A partir de quase nada agarrámo-nos aos tachos, os ingredientes vieram pelo caminho: Bukowski, Afonso Cruz, Mário Henrique Leiria, Ferdinand Von Schira, nós. Tudo triturado et voilá, temos Refeição.
Bom apetite!
Encenação: José Carlos Garcia
Assistência de Encenação: Sofia Serrazina
Interpretação: Sofia Miguel, Paulo Vaz, Pedro Grácio e Rui Pinheiro
Desenho de luz: José Carlos Garcia e Paulo Vaz
Operação de luz e som: Paulo Vaz
Produção: ajidanha
Dramaturgia: criação colectiva
Com trechos de: Charles Bukowski em “Os Cães Ladram Facas, Antologia Poética”, Afonso Cruz em “Jalan, Jalan”, Mário Henrique Leiria em “Contos do Gin Tonic” e “Novos Contos do Gin”, Ferdinand Von Schirach em “Crimes”, São Veiga em “Luzes… Câmaras… À São” e Lucas 22 em “Bíblia”.
Espectáculo com legendas em castelhano

 

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