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21.º aniversário ajidanha

A ajidanha irá comemorar os seus 21 anos de existência no próximo dia 6 de abril de 2019.
 
O grupo de teatro brasileiro AMARÉ, apresentará o espectáculo “Espera o Outono, Alice”, pelas 21h30m, no estúdio teatro ajidanha.
 
Este espectáculo brasileiro “Espera o Outono, Alice” chega a Portugal para fazer uma temporada de quatro apresentações em março e abril de 2019. São quatro sessões agendadas: 23 e 24 de março na Benedita, como parte do festival Ao Teatro!, 29 de março no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa e no dia 6 de abril, no Estúdio Teatro Ajidanha, em Idanha-a-Nova.
 
O espectáculo, que tem os directores convidados Analice Croccia e Quiercles Santana à frente da encenação, é uma reflexão sobre as perdas que temos ao longo da vida, as mortes, as saudades, mas também sobre a pulsão de viver que nos habita.
 
No elenco, os actores Paulo César Freire, Isabelle Barros, Bruna Justino e Natali Assunção se revezam em vários personagens e trazem fragmentos não-lineares da vida de Alice, uma garota com vida comum à de muitas garotas de classe média, mas que decide tomar uma decisão extrema.
As acções foram desenvolvidas a partir de experiências pessoais e colectivas dos integrantes do grupo e dos directores, além de experimentações feitas na sala de ensaio. A pesquisa cénica foi fundamentada na técnica de improvisação Viewpoints, desenvolvida pela directora americana Anne Bogart.
O texto final do espectáculo foi construído com um equilíbrio entre uma dramaturgia própria e enxertos da produção escrita de diversos autores, como os brasileiros Pedro Bomba, Felipe André, Marla de Queiroz e estrangeiros, como Carl Sagan. Já a cena é composta essencialmente por objectos, adereços e peças de vestuário que ajudam a reconstituir os momentos vividos por Alice e por quem conviveu com ela.
 
O GRUPO – O AMARÉ Grupo de Teatro foi formado em 2014 e montou, em 2016, o espectáculo Amar é Crime, uma adaptação parcial do livro homónimo de Marcelino Freire, com temporadas no Espaço O Poste e Espaço Cénicas, ambos no Recife, Brasil. O grupo prima pela investigação de linguagem nas artes cénicas, sem se prender necessariamente a correntes ou autores.
 
FICHA TÉCNICA
 
Encenação: Analice Croccia e Quiercles Santana
Elenco: Paulo César Freire, Isabelle Barros, Bruna Justino e Natali Assunção
Texto: Analice Croccia, Quiercles Santana e AMARÉ Grupo de Teatro, com trechos de Marla de Queiroz, Pedro Bomba, Carl Sagan, Felipe André
Iluminação: Natalie Revorêdo
Operação de Luz: Andrezza Alves
Operação de som: Quiercles Santana
Operação de projeção: Analice Croccia
Figurino e cenografia: Micheli Arantes e Analice Croccia
Narração: Paulo César Freire, Íris Campos e Paulo de Pontes
Pesquisa musical e produção: AMARÉ Grupo de Teatro
 
Após este espectáculo, o público poderá ainda ver o “Mural 20 anos ajidanha” que se encontra naquele espaço , um resultado do conjunto de azulejos enviados à ajidanha por parte dos seus sócios, amigos e outras entidades.
 
No final, vamos todos cantar os parabéns à ajidanha com um bolo de aniversário, acompanhado de espumante.
 
VENHA DAR OS PARABÉNS À AJIDANHA, contamos consigo 😉
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Os Miseráveis, em Plasência (Espanha)

No próximo dia 25 de maio de 2019, no teatro Alkazar, em Plasência (Espanha), a ajidanha e De La Burla Teatro apresentam “Os miseráveis l Los miserables”, a partir do clássico de Victor Hugo.

SINOPSE

Primeiro estranha-se e depois entranha-se.
Ingredientes: um encenador (o que não tinha nada para fazer); duas miseras companhias (uma espanhola e outra portuguesa); cinco gatos pingados (os possíveis); uma geringonça (sonora); panos de segunda mão (no mínimo); e muita (muita) lata. Aviso: Contamos a história de “Os miseráveis” de Victor Hugo, e não nos responsabilizamos pelos efeitos do seu consumo. Vista com muita atenção, pode provocar dependência. Um consumo demasiado responsável pode provocar um profundo sentido crítico.

SINOPSIS:
De como lo extraño, puede resultar entrañáble.
Ingredientes: un director (uno que no temía nada que hacer); dos míseras compañías (una española y otra portuguesa); cinco pringaos (los que había); un artilugio (sonoro); paños de segunda mano (como poco); y mucha (mucha) lata. Advertencia: Contamos la historia de “Los miserables” de Victor Hugo, y no nos responsabilizamos de los efectos secundarios de su consumo. Observada con mucha atención, puede provocar dependencia. Un consumo demasiado responsable puede provocar un profundo sentido crítico.

Encenação: José Carlos Garcia

Interpretação: Carla Sofia Miguel, Elena De Miguel, Marisol Verde, Pedro Grácio e Rui Pinheiro

Coprodução: Ajidanha e De De La Burla Teatro

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O anexo, em Cem Soldos

No próximo dia 01 de junho de 2019, pelas 21h30m, no Auditório de Cem Soldos, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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O Anexo, em Taveiro

No próximo dia 02 de novembro de 2019, pelas 21h30m, no Auditório do Loucomotiva Teatro, em Taveiro, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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Os miseráveis I Los miserables, no Gran Teatro de Cáceres (Espanha)

No próximo dia 24 de novembro de 2019, pelas 19h00m, no Gran Teatro de Cáceres (Espanha), a ajidanha e De La Burla Teatro apresentam “Os miseráveis l Los miserables”, a partir do clássico de Victor Hugo

SINOPSE

Primeiro estranha-se e depois entranha-se.
Ingredientes: um encenador (o que não tinha nada para fazer); duas miseras companhias (uma espanhola e outra portuguesa); cinco gatos pingados (os possíveis); uma geringonça (sonora); panos de segunda mão (no mínimo); e muita (muita) lata. Aviso: Contamos a história de “Os miseráveis” de Victor Hugo, e não nos responsabilizamos pelos efeitos do seu consumo. Vista com muita atenção, pode provocar dependência. Um consumo demasiado responsável pode provocar um profundo sentido crítico.

SINOPSIS:
De como lo extraño, puede resultar entrañáble.
Ingredientes: un director (uno que no temía nada que hacer); dos míseras compañías (una española y otra portuguesa); cinco pringaos (los que había); un artilugio (sonoro); paños de segunda mano (como poco); y mucha (mucha) lata. Advertencia: Contamos la historia de “Los miserables” de Victor Hugo, y no nos responsabilizamos de los efectos secundarios de su consumo. Observada con mucha atención, puede provocar dependencia. Un consumo demasiado responsable puede provocar un profundo sentido crítico.

Encenação: José Carlos Garcia

Interpretação: Carla Sofia Miguel, Elena De Miguel, Marisol Verde, Pedro Grácio e Rui Pinheiro

Coprodução: Ajidanha e De De La Burla Teatro

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Os miseráveis I Los miserables, na Sala Trajano, em Mérida (Espanha)

No próximo dia 30 de novembro de 2019, pelas 21h00m, na Sala Trajano, em Mérida (Espanha), a ajidanha e De La Burla Teatro apresentam “Os miseráveis l Los miserables”, a partir do clássico de Victor Hugo

SINOPSE

Primeiro estranha-se e depois entranha-se.
Ingredientes: um encenador (o que não tinha nada para fazer); duas miseras companhias (uma espanhola e outra portuguesa); cinco gatos pingados (os possíveis); uma geringonça (sonora); panos de segunda mão (no mínimo); e muita (muita) lata. Aviso: Contamos a história de “Os miseráveis” de Victor Hugo, e não nos responsabilizamos pelos efeitos do seu consumo. Vista com muita atenção, pode provocar dependência. Um consumo demasiado responsável pode provocar um profundo sentido crítico.

SINOPSIS:
De como lo extraño, puede resultar entrañáble.
Ingredientes: un director (uno que no temía nada que hacer); dos míseras compañías (una española y otra portuguesa); cinco pringaos (los que había); un artilugio (sonoro); paños de segunda mano (como poco); y mucha (mucha) lata. Advertencia: Contamos la historia de “Los miserables” de Victor Hugo, y no nos responsabilizamos de los efectos secundarios de su consumo. Observada con mucha atención, puede provocar dependencia. Un consumo demasiado responsable puede provocar un profundo sentido crítico.

Encenação: José Carlos Garcia

Interpretação: Carla Sofia Miguel, Elena De Miguel, Marisol Verde, Pedro Grácio e Rui Pinheiro

Coprodução: Ajidanha e De De La Burla Teatro

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