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À deriva, em Barcelos

A ajidanha apresentará o espectáculo “À deriva” no dia 03 de outubro de 2020, em Barcelos.
À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.
 
O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.
 
Elenco técnico e artístico
 
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
 
“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
 
PÚBLICO-ALVO: Geral
 
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
 
DURAÇÃO: 50 minutos
 
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
 
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
 
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
 
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
 
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
 
(> 12 anos)
 
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com
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Semente, em Machico

A ajidanha apresentará o espectáculo “SEMENTE – O Homem que Plantava Árvores”, pelas 21h30m, no dia 28 de novembro de 2020, no Fórum Machico, no âmbito do festival de teatro de Machico, ilha da Madeira.

SEMENTE – O Homem que Plantava Árvores

A partir de O HOMEM QUE PLANTAVA ÁRVORES de JEAN GIONO Inspirado em acontecimentos verdadeiros, SEMENTE – O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta. Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial. É um a estória admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.

Público geral

Classificação etária M/6 anos

Duração 45 minutos

 

Reserva natural/Habitat criativo

 

encenação e adaptação

carvalho JOSÉ C. GARCIA

 

assistência de encenação

pinheiro RUI PINHEIRO

 

interpretação

tília NURIA CUADRADO

 

desenho de luz

sobreiro BRUNO ESTEVES

 

figurinos

algodoeiro CARLA SOFIA MIGUEL

 

design gráfico e animação

oliveira SOFIA SERRAZINA

 

carpinteiro de cena

nogueira RUI VARÃO

 

apoio técnico

azinheira Paulo Vaz

 

agradecimentos/salgueiros

 

Ana Rita Santos, César Pinheiro, Daniel Machado, Fernando Trolho, JP, João Mascarenhas, Maria Helena, Maria Fernanda, Fernanda Amaral, Fernanda Sousa, Manuela Catana, Nuno Capelo, Raquel Pratas, Sara Fialho, Tito Lopes.

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À deriva, em Oliveira do Hospital

A ajidanha apresentará o espectáculo “À deriva” no dia 21 de novembro de 2020, em Oliveira do Hospital.
 
À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.
 
O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.
 
Elenco técnico e artístico
 
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
 
“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
 
PÚBLICO-ALVO: Geral
 
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
 
DURAÇÃO: 50 minutos
 
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
 
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
 
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
 
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
 
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
 
(> 12 anos)
 
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com
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A la deriva, em Valência de Alcântara

A ajidanha apresentará o espectáculo “A la deriva” no dia 22 de novembro de 2020, ena Casa de Cultura de Valência de Alcântara (Espanha).
 
À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.
 
O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.
 
Este espectáculo será apresentado em castelhano.
 
Elenco técnico e artístico
 
Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Nuria Cuadrado e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha
 
“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.
 
PÚBLICO-ALVO: Geral
 
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12
 
DURAÇÃO: 50 minutos
 
No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);
 
No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;
 
Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).
 
No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”
 
No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.
 
(> 12 anos)
 
Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com
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O anexo, em Vila Nova de Gaia

No próximo dia 10 de abril de 2021, pelas 21h30m, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”, no âmbito da terceira edição do Festival de Teatro José Guimarães, em Vila Nova de Gaia.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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