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iTi 2017

Este fim de semana irá decorrer a terceira edição do iTi – improviso teatral ibérico, de 18 a 20 de agosto de 2017. Será em Pombal.

Um projecto iniciado pela ajidanha e De La Burla Teatro, que conta com a participação de grupos de teatro de Portugal e Espanha.

O TAP assume este ano a organização deste evento. O grupo convidado para este ano, foi o eme2 da Galiza.

Programa
Dia 18 Agosto – Sexta-feira
18h30 – Recepção aos participantes com o formador Miguel Sopas – Teatro-Cine de Pombal
22h00 – Apresentação do espetáculo «Km 0» – Ajidanha e TAP – Teatro-Cine de Pombal
00h00 – Noite espanhola com Dj Jambom – Leitaria da Praça
Dia 19 Agosto – Sábado
10h00 – Visita Guiada pela cidade – Ponto de Encontro na Igreja do Cardal
14h30 às 19h00 – Oficina de Teatro com Rui M. Silva e Sara de Castro – Teatro-Cine de Pombal
23h00 – Stand Up com Rita Leitão e João Rosa Luz – Solar da Pregueira
23h45 – Concerto de Miss Cat e o Rapaz Cão com Joel Madeira – Solar da Pregueira
00h30 – Noite Portuguesa com DJ Ferrer (Jose Jeronimo Ferrer Pires) – Solar da Pregueira
Dia 20 Agosto – Domingo
11h00 – Continuação dos trabalhos com Rui M. Silva e Sara Castro – Teatro-Cine de Pombal
14h00 – Entrega de certificados – Solar da Pregueira

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Km 0, no iTi

No próximo dia 18 de agosto de 2017 a ajidanha e o Teatro Amador de Pombal – TAP, apresentam o espectáculo “Km 0″, no Cine Teatro de Pombal. Espectáculo integrado na programação do iTi – intercâmbio Teatral ibérico.

sinopse

O Km 0 é o ponto de partida ou o ponto de chegada?
A fronteira não é apenas o limite simbólico do território duma comunidade unida por elementos comuns, em oposição ao outro, mas um espaço de encontros, de influências, de relações e de cumplicidades.

ficha técnica

Actores: Carla Sofia, Cristina David, Gabriel Bonifácio, Humberto Pinto, Joana Eduarda, Pedro Grácio e Rui Pinheiro
Encenação: Rui M. Silva
Dramaturgia: Ajidanha e TAP
Desenho de luz: João Alegrete
Cenografia: Gustavo Medeiros
Cartaz e Vídeo: Paulo Vinhas Moreira
Operação Técnica: João Alegrete e Paulo Vaz
Apoio Técnico: Bruno Esteves e Paulo Vaz
Dossier de Itinerância – Carlos Mohedano
Produção: Ajidanha e TAP – Teatro Amador de Pombal

Agradecimentos: Andreia Oliveira, António Cabanas (escritor), Edgar Beringuilho, Elisabete Gomes, Fernanda Ramos, Fernanda Raposo, Isaías Antunes (ex-contrabandista), Jorge Jóia, Maria Helena Batista, Moisés Gaspar (ex-contrabandista), Rita Leitão e Sara de Castro.

Classificação etária: > 12 anos

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Km 0, no Teatro Agosto

No próximo dia 25 de agosto de 2017 a ajidanha e o Teatro Amador de Pombal – TAP, apresentam o espectáculo “Km 0″, no festival de Teatro Agosto 2017, no Fundão .

sinopse

O Km 0 é o ponto de partida ou o ponto de chegada?
A fronteira não é apenas o limite simbólico do território duma comunidade unida por elementos comuns, em oposição ao outro, mas um espaço de encontros, de influências, de relações e de cumplicidades.

ficha técnica

Actores: Carla Sofia, Cristina David, Gabriel Bonifácio, Humberto Pinto, Joana Eduarda, Pedro Grácio e Rui Pinheiro
Encenação: Rui M. Silva
Dramaturgia: Ajidanha e TAP
Desenho de luz: João Alegrete
Cenografia: Gustavo Medeiros
Cartaz e Vídeo: Paulo Vinhas Moreira
Operação Técnica: João Alegrete e Paulo Vaz
Apoio Técnico: Bruno Esteves e Paulo Vaz
Dossier de Itinerância – Carlos Mohedano
Produção: Ajidanha e TAP – Teatro Amador de Pombal

Agradecimentos: Andreia Oliveira, António Cabanas (escritor), Edgar Beringuilho, Elisabete Gomes, Fernanda Ramos, Fernanda Raposo, Isaías Antunes (ex-contrabandista), Jorge Jóia, Maria Helena Batista, Moisés Gaspar (ex-contrabandista), Rita Leitão e Sara de Castro.

Classificação etária: > 12 anos

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O Anexo, em São Miguel D Acha

No próximo dia 2 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no salão da Junta de Freguesia de São Miguel D’ Acha, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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O anexo, nos Escalos de Cima

No próximo dia 3 de setembro de 2017, pelas 21h00m, na Junta de Freguesia dos Escalos de Cima, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

Agradecimentos

Alcina Marques | Alexandra Solange | Andreia Oliveira | António Nunes | Bruno Esteves | Elisa Bogalheiro | Fernanda Sousa | Fernando Trolho | João Almeida | João Mascarenhas | Jorge Jóia | Jorge Martins | Júlio Marcelino | Maria Helena Leal Baptista | Nuno Domingos | Paulo Vaz | Pedro Grácio | Rita Pereira | Rui Afonso.

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Festival de Teatro ajidanha 2017 – abertura

No dia 7 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no estúdio teatro ajidanha, dará início a mais uma edição do Festival de Teatro ajidanha 2017.
Estão todos convidados a estar presentes. A ajidanha encarrega-se de vos proporcionar uma noite diferente, para a apresentação desta edição.

Entre os dias 7 e 17 de setembro, o concelho de Idanha-a- Nova será palco de mais uma edição do festival de teatro Ajidanha.
A edição deste ano arranca no dia 7 com a apresentação do programa do festival. Os dias seguintes serão já reservados à arte do teatro materializada nas vozes de vários atores, nas cores de inúmeros espetáculos e nas formas de múltiplos palcos.
Segundo Mia Couto, “o que fez a espécie humana sobreviver não foi apenas a inteligência, mas a nossa capacidade de produzir diversidade”, e este será o enfoque do festival.
A diversidade começa nos espaços onde decorre o festival e a Ajidanha, refutando a centralização da cultura e defendendo o conceito de aproximação ao público, volta a apostar na realização de espetáculos em salas espalhadas pelo concelho, desta vez em
Medelim, na Aldeia de Santa Margarida, em São Miguel D’Acha e no Ladoeiro.
O cardápio do festival é também sortido e agrega ao teatro outras formas de arte como o concerto musical de abertura e o filme “O Canto do Galo”, do realizador Ramón de los Santos.
Nos palcos continua a pluralidade, apresentam-se nove peças e recebem-se sete companhias oriundas da Madeira, de Esposende, de Esmoriz, de Lagos, de Pombal, da Galiza e de Lanzarote.
As temáticas e os géneros cumprem também o mote da diversidade, a Camacha traz uma comédia original sobre a ilha da Madeira, Lagos um espetáculo com narração e música, Esposende uma sátira de Sławomir Mrożek, Esmoriz uma comédia sobre um
professor com três sogras, Pombal uma stand-up comedy, a Galiza uma adaptação de Cervantes e Lanzarote uma peça cheia de intriga e de tensão.
Em último salienta-se um convidado especial e heterogéneo que é o responsável por manter o festival vivo ano após ano, o Público.
A Ajidanha agradece a todos os espetadores que passaram pelas plateias em edições anteriores e convida-os a virem preencher as plateias desta edição

“O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana. “
(Federico García Lorca)

Susana Monteiro Fonseca

 

Festival de teatro ajidanha 2017

 

Ficha técnica
Design Gráfico Carlos Mohedano

Comunicação Elisa Bogalheiro, Susana Fonseca e Tiago Carvalho

fotografia Alexandre Fernandes

Coordenação e programação

Alexandra Solange, Andreia Oliveira, Bruno Esteves, Paulo Vaz, Pedro Gráco e Rui Pinheiro

 

Apoios

Município de Idanha-a-Nova

União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes

Junta de Freguesia de Medelim

Junta de Freguesia de São Miguel D’ Acha

Junta de Freguesia do Ladoeiro

Junta de Freguesia de Aldeia de Santa Margarida

Pousada da Juventude de Idanha-a-Nova

Restaurante “Vamos ao Manteigas”

Intermarché de Idanha-a-Nova

Clínica Dentária Maria Margarida Bogalheiro, Unipessoal Lda

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Festival de teatro ajidanha 2017 – “Opus” (ajidanha), em Medelim

A ajidanha apresentará a peça de teatro “Opus”, na Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Medelim, no próximo dia 08 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no âmbito do festival de teatro da ajidanha 2017.

SINOPSE

Aborrecido, num determinado momento da Minha eternidade, comecei a criação de todo o universo.
A Minha obra era uma sublime representação do espaço, com o domínio marcado dos conceitos básicos da natureza. Com um traço delicado e inteligente, explora a efemeridade da vida. Mas como em todas as obras, há sempre um elemento imperfeito.
Tudo o que sucedeu, foi por minha culpa ou por vossa néscia culpa?
Esta peça fala Dele, das suas dúvidas e angústias, na companhia de quem fez Dele, quem Ele é.

Elenco técnico e artístico

dramaturgia: criação a dez mãos*
encenação: José Carlos Garcia
assistência de encenação: Ana Peres e Ramón de los Santos
interpretação: Bruno Esteves e Rui Pinheiro
desenho de luz: colectivo
cenografia: António Nunes, Maria Helena Batista e Rui Varão
pirotecnia: Paulo Almeida
Costureira: Fátima Antunes
Calçado: foot zero
design gráfico: Paula Varandas
fotografia, teasers e DVD: Ramón de los Santos
produção executiva: Rui Pinheiro
produção: ajidanha

* texto da crítica de Gabriel e discurso final de Ramón de los Santos

Apoios:
Município de Idanha-a-Nova;
União de Freguesias de Idanha-a-Nova e Alcafozes;
Foot Zero;
Pirotecnia Oleirense;
Diário Digital de Castelo Branco; e
Intermarché de Idanha-a-Nova.

Agradecimentos: Asta – associação de teatro e outras artes, Alexandre Fernandes, Andreia Oliveira, Artur Casanova, CCR, César Pinheiro, Elisa Bogalheiro, Fernanda Ramos, Ricardo Gonçalves, Helena e João Jóia.

PÚBLICO-ALVO
Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA
maiores de 12 anos

DURAÇÃO
60 minutos

DATA DA ESTREIA
Idanha-a-Nova – 10 e 11 de julho de 2015

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Festival de teatro ajidanha 2017: “Era a Ilha”, Teatro Experimental da Camacha (Madeira)

O Teatro Experimental da Casa do Povo da Camacha, apresentará dia 9 de setembro, pelas 21h30m no Centro Cultural Raiano, o espectácuo “Era a ilha”, no âmbito do Festival de Teatro da ajidanha 2017.

ERA A ILHA…

Uma hilariante viagem pela história, sabores e tradições da maravilhosa Pérola do Atlântico.

De um palco vazio surge a Pérola do Atlântico em todo o seu esplendor. Todos os que embarcarem nesta viagem levarão consigo um pequeno mapa com instruções que servirá para acompanhar os atores numa breve, mas empolgante caminhada pelos trilhos da Ilha do Atlântico. Irão aparecer as gentes afáveis dos vilarejos rústicos com um linguajar quase imperceptível que lhes irão contar as lendas do aparecimento da Ilha da Madeira e de São Silvestre… os viajantes irão dar por si rodeados pelos bonecos do “brinquinho”, quais enólogos do vinho Madeira – com distribuição de amostras de
BLANDY’S MADEIRA durante o espetáculo – vinho apreciado por personalidades mundiais como William Shakespeare, George Washington, Winston Churchill e pelo Napoleão Bonaparte. O Mel de Cana vêr-se-à envolvido num cruel despique entre os produtos da Fábrica do Ribeiro Seco para ver quem melhor define as suas
características. Por causa da carne de vinha d’alhos, terão que assistir à luta entre três “vilhoas” por um porquinho, numa representação de teatro de paróquia e com a salomónica decisão a vir do público. Chegada à “Festa”, os sabores tradicionais irão fluir, com os licores caseiros, servidos – imagine-se – durante a missa do parto onde o famoso cântico “Virgem do Parto” será entoado por todos. E culminará com o brinde aos últimos segundos do ano velho na passagem para o Ano novo. Enfim… uma grande travessia pela Pérola do Atlântico em que o disparate, o sarcasmo e o humor lutam com os contos, sabores e tradições da Ilha do Atlântico!

TEXTO…
“(…) Sálvia – Mas hoje estamos aqui para vos contar umas lendas … (Sai)
Acácia – Uns contos …(Sai)
Gerbera – Umas histórias da nossa ilha. – Bilhardices da Madeira – Mas antes de começarmos a nossa récita,… o nosso teatro, eu vou chamar as minhas amigas pra beber um copinho de vinho Madeira… (Gerbera vai atrás de uma perna deixa a sua planta e traz uma garrafa e um copo, enche e bebe.)
Gerbera – Acácia… Acácia… (chama baixinho enche o copo e como Acácia não responde bebe) – Sálvia… Sálvia… (chama baixinho enche o copo e como Sálvia não responde bebe)! Este vinho do Blandy’s é seco, meio seco, meio doce ou doce? (…)
… in Era a Ilha

FICHA TÉCNICA…
Encenação: Zé Ferreira
Autor: Vários autores
Voz Off: Márcio Amaro
Iluminação: António Martins (To)
Operação de luz e Sonoplastia: José Nóbrega
Figurinos e Adereços: Zé Ferreira
Execução de Guarda Roupa: Mª José Freitas
Contra-regra: Edite Silveira
Desenho Gráfico: Natércia Teixeira
Vídeo: Rui Rodrigues
Produção: Carina Teixeira e Zé Ferreira
Duração: 70 minutos
Classificação: M/12

FICHA ARTÍSTICA…

Interpretação: Paulo Renato, Filipa Mota, Natercia Teixeira e Carina Teixeira

HISTORIAL …

O TEC nasceu há 30 anos, uma iniciativa da Casa do Povo da Camacha e de Basilissa Fernandes, integrado no plano de atividades desta instituição para o Verão de 1987 e desde o seu início foi apoiado pelo INATEL. O seu primeiro trabalho é apresentado em 1988, intitulado A aula dos burros. Organiza o I Ciclo de Teatro Madeirense, em 1989, e a primeira Revista surge em 1991, integrada no III Festival de Arte Camachense. São vários os trabalhos que merecem destaque: António Marinheiro, de Bernardo Santareno, O Homem do Saco, O Rapaz de Bronze, Dona Pomposa e a Revolta dos Bonecos, O Dia Seguinte, Corpo e Alma, que representou a Madeira no 8º Ciclo Nacional de Teatro Amador; a Promessa, de Bernardo Santareno, que foi alvo dos mais encómios, tendo recebido Menção Honrosa no ERGTEATRO/94, a par da peça denominada Pátria, de Ilda Teixeira, que arrebatou o 1º lugar no Concurso de Juventude e Defesa Nacional, realizado em Évora, em 1996. Mar, de Miguel Torga e Breakfast International, de António Vieira Campos, os Caprichos Marinhos, apresentados na Expo’98 a adaptação da Cinderela, de Andy Tennant, o espetáculo infantil A Bruxinha que era boa, de Maria Clara Machado, O Conde Barão, da autoria de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, Um Homem entre Mulheres, baseado na obra de Garcia Lorca, A Casa de Bernarda Alba e Lina e o Escuro (peça infantil). De 2003 a 2016, participou com representações de Revista à Portuguesa no Festival de Arte Camachense e criou o projeto “DIVAS”. Em 2010 apresentou Os Punhais e A Serrar é que a gente se entende e criou o FESTIVAL AMO-TEatro, uma amostra de teatro que contará este ano com a sua oitava edição, que recebeu Voto de Louvor pela Câmara Municipal de Santa Cruz em 2014 e 2015. Este festival tem levado ao palco os grupos de teatro da região, profissionais e amadores, dando relevo ao trabalho dos grupos da Madeira, e trazendo do Continente e Estrangeiro diversos grupos profissionais, como os Inestética, A Casa da Esquina, os Marimbondo, o GETAS, a Comuna, Maria Rueff, Valéria de Carvalho, Palmilha Dentada, Teatro de Marionetas de Mandrágora, Teatro do Eléctrico, Palhaço Panai, Palhaço Enano, entre outros. Em 2011 produziu A Quinta Mistério adaptação de Zé Ferreira do jogo “Cluedo”, Cruz Credo, qu’ela tem o diabo no corpo!, uma adaptação d’O Crime da Aldeia Velha”, de Bernardo Santareno, e O Rouxinol, uma peça infantil de Hans Christian Andersen. Em 2012 levou a cena The Living Picture, de André Domicciano, e a parceria com o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha Vuiva o Bruinco da Serra!, uma adaptação de textos de Ernesto Leal. Em 2013 produziu as peças infanto-juvenis Rafa e a Silverfich de Nanna de Castro e Ronron e Madame Pompom, de Ivana Andrés e Tonho d’Alice. Em 2014 tiveram destaque as Cenas Curtas, compilação de quatro curtas teatrais e em 2014/2016 Histórias do Realejo – Foge que vem aí o chinelo! de André Faxas, Alvoroço no Galinheiro. Ainda em 2016 apresenta a revista “Futebol Club – A Folia do Jogo da Bola no rescaldo do Euro 2016”. Em Fevereiro de 2017 estreia a comédia “Era a ilha…”.
São tantas e versáteis as representações que têm marcado a história deste grupo e que mantêm viva a sua alma artística.

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Festival de teatro ajidanha 2017 “Presos”, pelo Grupo de Teatro de Esposende

O GATERC, apresenta no próximo dia 10 de setembro, pelas 17h00m, no estúdio teatro ajidanha, o espectáculo “Presos”, no âmbito do Festival de Teatro ajidanha 2017.

Presos
Encenação e Adaptação
de Jorge Alonso e Eva Fernandes

“Escrito em 1958 pelo dramaturgo polaco Slawomir Mrozek como uma sátira sobre o estado totalitário, esta peça, Os Polícias continua actual: lembra-nos que é sempre preciso um inimigo para quem vai empreender uma guerra baseada no terror.”
Lyn Gardner, Guardian UK

A peça passa-se num país imaginário onde toda a oposição ao governo desapareceu e o último preso político vai ser libertado. Em vez de encarar a hipótese da retirada da força policial (uma vez que deixa de haver oposição) o Director de Segurança Nacional decide ele próprio criar (inventar) um inimigo do governo (do Estado) ordenando a um dos seus subalternos que cometa crimes políticos. O tom absurdo da peça culmina com as personagens a prenderem-se mútua e sucessivamente, numa tentativa de restaurar a ordem e o sentido no seu mundo.

O AUTOR

Sławomir Mrożek (29 Junho 1930 – 15 Agosto 2013) foi um dramaturgo, escritor e cartunista polaco que explora nas suas obras o comportamento humano, a alienação, o abuso de poder e os sistemas totalitários.
Os temas mais importantes para o seu desenvolvimento foram os anos de guerra, a ocupação nazi, o estabelecimento de uma “república popular” pós-guerra, e a repressão estalinista, que criou toda uma geração de jovens desiludidos.
Tornou-se uma figura proeminente na literatura polaca em virtude de suas peças ao estilo “Teatro do absurdo”, e através destas, evitou os rigores da censura comunista. Em 1964 deixou a Polônia e foi para Paris, onde se tornou cidadão francês.

Ficha Técnica e Artística

Encenação, Cenário – Eva Fernandes e Jorge Alonso
Figurinos – Costureira Luisa Silva e Xaninha Campino
Serviços Municipais Carpintaria do Município de Esposende
Produção – GATERC
Organização – Município de Esposende / CREARTE

Elenco (por ordem de entrada em cena)

Tiago Cepa – Preso / Tenente
José Neves – Director
Amélia Pereira Martins – Mulher Policia
Fernando Vale – Chefe / Preso
Alexandra Costa – Mulher do Chefe
João Faria – General

Agradecimentos: Marcelo Silva, Joel Zão, João Paulo Silva, Valdemar Faria, Rui Gonçalves, Nuno Valente, Filipa Carneiro, FORBODY, Alexandra Campino, todos os familiares do elenco, Município de Esposende.

Estreia: 11 de Fevereiro de 2017 . Auditório Municipal de Esposende

Informação sobre o espetáculo
duração 60’
classificação etária M/12

GATERC – Grupo Amador de Teatro de Esposende – Rio Cavado, criado em 2002, nasceu da vontade de valorizar, promover e divulgar as artes tradicionais, de trabalhar os materiais inserido no património Esposendense, de promover e realizar acções e espaços de formação para a infância e juventude, potenciadores da descoberta de talentos e do desenvolvimento de competências dos que as frequentam, ao mesmo tempo de aprofundamento do conhecimento da nossa identidade enquanto cidadãos participantes.
A este primeiro objectivo, um outro veio enriquecer a sua área de actividade; o de proporcionar aos cidadãos desta região, um espaço de formação e fruição cultural, na área do teatro. A partir de 2007, contou com a colaboração do Encenador/Actor Profissional, Jorge Alonso, o qual como Director Artístico, iniciou o desenvolvimento de um projecto de intervenção e animação teatral, forma privilegiada de expressão e comunicação e, portanto, instrumento fundamental para o desenvolvimento cultural de cada um e de todos.
O GATERC , numa busca pela universalização das suas propostas não se dissocia do espaço geográfico em que se encontra: o Minho, mais propriamente o Concelho de Esposende.
Captar essa essência e comunicá-la no seu espaço de intervenção através do Teatro é, verdadeiramente, um tributo à identificação de toda uma comunidade.
Nenhum espectáculo se dissocia do espaço físico em que foi criado e quanto mais atenta for essa adaptação mais genuíno, mais vivo, mais orgânico se tornará. O mesmo acontece com a existência do GATERC que neste caso se contextualiza numa região muito concreta do seu país, com uma identidade própria. Para salvaguardar bem dentro das comunidades das pessoas, as identidades culturais que deram forma aos seus modos de vida, interiorizando-os e dando-lhes oportunidades genuínas de afirmação.

O HISTORIAL DO GRUPO
(até à presente data, assistiram aos espectáculos do GATERC, cerca de 12 000 pessoas)

2017
Estreia da peça “POLICIAS” de Slawomir Mrozek
2016
Estreia da peça sem palavras “IR NA VOLTA DO MAR”
– VII ” ENCONTRO DE TEATROS”
2015
Estreia da peça “PARIS COM VISTA PARA O MAR” uma adaptação do texto de Fernando Gomes “Viva o Casamento”.
– VI ” ENCONTRO DE TEATROS”
2014
– Estreia em Janeiro do Espetáculo “A OVELHA ARCO ÍRIS” no Auditório Municipal de Esposende
– V ” ENCONTRO DE TEATROS “
2013
Participação no evento GALAICOFOLIA Castro S. Lourenço, no espetáculo de rua “CATURO, PEQUENO JOVEM GUERREIRO”
Espetáculo “O MAR NÃO É SÓ ÁGUA” estreia em Janeiro de 2013 apresentado
no Auditório Municipal Esposende
2012
– Workshop Clown
– Curso Sensibilização Teatro
– Espetáculo “SAKEAR” estreia em Janeiro de 2012 apresentado no Auditório Municipal Esposende
– IV” ENCONTRO DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE
2011
– Reposição Espectáculo “AVANTE MAMOZELLES”
– Reposição do espectáculo “DESCONCERTOS” no XV Colóquios Juvenis de Arte 2011.
Teatro Sá de Miranda Viana do Castelo
– Curso Teatro Jovem
– Curso Sensibilização Teatro
– Espectáculo de Rua :
“AUTO DA MUI DOLOROSA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”.
– Workshop Acção / Teatro (3ª edição)
– III” ENCONTRO DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE
– Curso de Guitarra
– O Espectáculo “Maria Não me Mates…” irá ser reposto no Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo) a 21 de Outubro de 2011
2010
– Curso Teatro Comédia
– Atelier Teatro Jovem
“AUTO DA MUI DOLOROSA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”.
Espectáculo único no dia 26 de Março de 2010.
– Workshop Acção / Teatro (2ª edição)
– Espectáculo Teatro Jovem “DESCONCERTOS”
– QUINTAS DAS HISTÓRIAS VIVAS
– II” ENCONTRO DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE
Espectáculo “AVANTE MAMOZELLES”
2009
– Reposição do espectáculo “O QUIOSQUE”.
2 espectáculos no Auditório Municipal de Esposende em Fevereiro 2009
1 espectáculo no Auditório de Palmeira de Faro em Março de 2009.
– Curso Teatro Comédia
– Atelier Teatro Jovem
– O espectáculo de rua
“AUTO DA MUI DOLOROSA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”.
Espectáculo único na Praça do Município, no dia 11 de Abril de 2009, inserido na programação das Solenidades da Semana Santa. Parceria e participação do Grupo de Câmara de Esposende e Grupo Coral da Paróquia de Santa Maria dos Anjos.
– O espectáculo de Teatro e Educação : “QUADROS DO PAPALAGUI”
1 Espectáculo apresentado no âmbito dos XIII Colóquios Juvenis de Arte 2009, resultante de uma parceria com o Grupo Performativo da Escola Henrique Medina.
1 Espectáculo Fórum de Educação 2009.
– Workshop Acção / Teatro
– I ENCONTRO DE TEATRO AMADOR DE ESPOSENDE
– Estreia do Espectáculo: “MARIA NÃO ME MATES QUE SOU TUA MÃE”
2008
Estreia do espectáculo “O Quiosque”.
Auditório Municipal de Esposende, a 18 e 19 de Julho 2008.
2007 de 01/10/07 a 18/7/2008 – Curso de Iniciação Teatral
2002/3 O Grupo levou à cena diversas representações, nomeadamente teatro de revista, entre as quais as peças; “Quadros da Ribeira… Depois de uma noite de estacada”, “Cenas da Ribeira de Esposende”e “Esposende a olho nu”.

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Festival de teatro ajidanha 2017 – “O anexo” (ajidanha) Idanha-a-Nova

No próximo dia 11 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no Estúdio Teatro Ajidanha, em Idanha-a-Nova, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”, no âmbito da programação do festival de teatro da ajidanha de 2017.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

Agradecimentos

Alcina Marques | Alexandra Solange | Andreia Oliveira | António Nunes | Bruno Esteves | Elisa Bogalheiro | Fernanda Sousa | Fernando Trolho | João Almeida | João Mascarenhas | Jorge Jóia | Jorge Martins | Júlio Marcelino | Maria Helena Leal Baptista | Nuno Domingos | Paulo Vaz | Pedro Grácio | Rita Pereira | Rui Afonso.

APOIOS:

MUNICÍPIO DE IDANHA-A-NOVA
UNIÃO DE FREGUESIAS DE IDANHA-A-NOVA E ALCAFOZES
POUSADA DE JUVENTUDE DE IDANHA-A-NOVA
CLÍNICA DENTÁRIA MARIA MARGARIDA BOGALHEIRO.

 

> 6 anos

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Festival de teatro ajidanha 2017: filme “Até ao canto do galo” no CCR

No dia 12 de setembro, pelas 21h30m, será exibido o filme “Até ao Canto do Galo” no auditório do Centro Cultural Raiano, no âmbito da programação do Festival de Teatro ajidanha 2017.

Um projeto “PeriPLUS – Viagens Criativas de Peripécia Teatro”

Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho (Interpretação, Argumento e Guião)
José Carlos Garcia (Participação especial)
Elisa Bogalheiro (Direção de Produção)
Dino Gervasoni (Sonoplastia)
Pedro Bessa (Direcção de Fotografia)
Ramón De Los Santos (Argumento, Guião, Montagem e Realização)

Com este projeto criativo a Peripécia Teatro provoca um “curto-circuito” entre o passado e o futuro: A criação de um filme baseado no primeiro espetáculo da Companhia – “IBÉRIA – A Louca História de uma Península”. Após 140 apresentações, divididas por Portugal, Espanha e Brasil para um total de 18986 espetadores, este coletivo irá mergulhar num processo criativo que marcará
certamente um ponto de referência no seu futuro.
Serão contadas histórias da península e suas respetivas fronteiras. Histórias dos atores que contam no teatro a História da península como ninguém tinha feito antes. E que com isso pisaram algumas fronteiras. Uma noite, três cómicos oriundos de três lugares diferentes da Península Ibérica encontram-se num mesmo pesadelo: Estão presos num teatro. Não podem acordar sem antes acabar a peça que tentam ensaiar durante o dia – Um espetáculo mordaz e irónico sobre o imaginário coletivo dos povos ibéricos.
Neste pesadelo, obviamente surrealista e absurdo, os três atores irão enfrentar os seus limites, medos, angústias e capacidades criativas. Terão apenas até ao canto do galo.

Esta criação parte de uma premissa pouco comum na sua proposta de cruzar as fronteiras entre o Teatro, o Cinema e a própria realidade. O interesse aumenta sabendo que o motivo para este desrespeitar de fronteiras é o da História da Península Ibérica e de uma das mais antigas fronteiras do mundo. Tem como protagonistas os nossos dois Países Personagens. Portugal e Espanha. Esta vizinhança que nos leva ainda hoje a rivalidades tradicionais e amores irracionais. A verdade é que grande parte da população pouco sabe sobre a vasta história e cultura dos seus vizinhos. Este filme não pretende ser uma lição de História mas tentará estimular a curiosidade para melhor a conhecer e derrubar fronteiras através de uma das armas mais eficazes para o efeito: O humor. Outro fator diferenciador deste projeto está no desafio de reunir criadores com uma sólida experiência para a cena teatral com criadores com sólida experiência para o ecrã ou a tela. Duas formas distintas de contar histórias, mas que se enriquecem mutuamente. Este projeto permitirá experimentar as possibilidades de criação de um argumento, um guião e um storyboard pouco convencionais. Permite também a possibilidade de experimentar, num mesmo filme, estilos de representação e narração pouco comuns e por isso potencialmente inovadores dentro da produção cinematográfica.

Dezembro / 2015

 

> 12 anos

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Festival de teatro ajidanha 2017: “La novia de Don Quixote”, Eme2 (Galiza)

No dia 13 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no Estúdio Teatro Ajidanha, a companhia galega Eme 2, apresenta o espectáculo “La novia de Don Quixote”, no âmbito da programação do Festival de Teatro Ajidanha 2017.

LA NOVIA DE DON QUIJOTE
A noiva de Don quixote

Sinopse

Depois da morte de Don Quixote, as esperanças de Dulcineia de Toboso em casar-se, como Deus manda, estão quase tão desaparecidas como o fidalgo. E ainda mais, quando na realidade te chamas Aldonza Lorenzo, não és dama, jovem, nem bela e és empregada numa pensão cervantina, próxima da autoestrada, em algum lugar de La Mancha.
Dulcineia dispõe-se a atravessar o seu particular duelo em que se revela contra o personagem que Cervantes lhe atribuiu no romance. Com humor, com ironia, com emoção e com descrença revela alguns acontecimentos insuspeitos que não aparecem no Don Quixote, em especial a misteriosa história de amor entre uma pastora que susurra às ovelhas e um fidalgo que lê romances de cavalarias. Mas talvez o principal mistério seja a verdadeira identidade que se esconde detrás da própia Aldonza…

FICHA ARTÍSTICA

Autor: José Luis Esteban
Encenação: José Carlos Garcia
Assistente de Encenação: Nuria Cuadrado
Interpretação: Mercedes Castro
Tradução: Sandra Romaris
Espaço sonoro e iluminação: Anxo Graña
Figurino: Mari Seoane – Juan Duarte
Atrezzo: Javi Tirado
Desenho gráfico: Roi Fernández (Le Gráfica)
Comunicação: Sonia Díaz (Nocomún)
Fotografia: Marcos Pereiro
Produção executiva: eme2
Co-produção: eme2 e Patronato de la Cultura de Narón
Distribução: eme2

 

> 14 anos

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Festival de Teatro ajidanha 2017: “Postas de Leitão”

No dia 14 de setembro, pelas 21h30m, Rita Leitão apresenta o espectáculo de stand up comedy “Postas de Leitão”, no Palheiro do Jardim público de Aldeia de Santa Margarida, no âmbito da programação do Festival de Teatro Ajidanha 2017.

“Postas de Leitão — Stand-Up Comedy às fatias–

Um espectáculo de humor cuja personagem principal é a realidade. Mentira: sou eu. Sem floreados nem rocócós, porque quando a matéria prima é boa, menos é mais.”

“Postas de Leitão” é um espectáculo de Stand-Up Comedy.
Duração: 1 hora

 

> 12 anos

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Festival de teatro ajidanha 2017: “Gaviotas subterrâneas” Lanzarote (Canárias)

No dia 15 de setembro de 2017, pelas 21h30m, no estúdio teatro ajidanha, o Comik teatro de Lanzarote, Canárias (Espanha) apresenta o espectáculo “Gaivotas Subterrâneas”, no âmbito da programação do festival de teatro ajidanha 2017.

(este espectáculo será legendado)

Gaivotas Subterrâneas
um texto de Alfonso Vallejo

Obra dramática cheia de humor negro representada em dois actos.
Idioma: Castelhano
Uma produção de Comi-K Teatro
www.comik.es
Interpretada e encenada por Germán Barrios e Alby Robayna

Que farias para conseguir 80 milhões de euros ?

Ficha Técnica

Encenação e interpretação
Germán Barrios e Alby Robayna

Iluminação
Wakka

Som
Yurena Martín

Fotografia
Jeziel Mart

Sinopse

Comi-K Teatro apresenta um texto actual em volta da verdade e da mentira, o lícito e o ilícito ou o justo e injusto que pode ser perseguir uMas metas sociaIs, chegando inclusivé a enganar ao amigo ou ao próprio irmão para as conseguir.
Germán Barrios e Alby Robayna serão os encarregados de por em cena esta peça em que os silencios têm quase tanto valor como as palavras e cuja complexidade teatral, que não é isenta de um humor ácido, permite-nos indagar nas paixões e nos resquícios mais interiores do ser humano. O exigento trabalho interpretativo à que devem fazer frente os dois actores obriga a por o acento não só nas ideias, emoções ou paixões, mas também nos pequenos detalhes emocionais, no aspecto ideológico e no instinto que desenvolveram os dois actores e cujo talento permite que surjam coisas inesperadas que se complementam com as habilidades técnicas que possuem.
Alfonso Vallejo vale-se de elementos de teatro do absurdo, do realismo de Strindberg e da sua profundidade psicológica, mas também tem de Shakespeare e do teatro americano.
No caso de “Gaivotas subterrêneas”, obriga aos interpretes a por em práctica todas as ferramentas de que dispõem porque, em certas ocasiões, tem mais a ver com Shakespeare que com um teatro realista, já que na peça sucedem-se as explosões emocionais e por isso os actores devem dispor de um arco muito amplo e os conflitos saltam sem permitir as transições, devendo ter uma coerência para o espectador. Daí vem o título da peça, já que ‘Gaivotas subterrâneas’ refiere-se metafóricamente aos sentimentos escondidos que estão no fundo dos seres humanos.
A obra de Vallejo é uma peça com intriga e tensão, escrita “para actores”, quer dizer “para gente que necessite converter-se noutro ser, inventar-se numa quimérica realidade, enchê-la com as suas paixões e entregá-la ao espectador”, segundo reconoce o própio dramaturgo.
Gaivotas subterrâneas está protagonizada por Nino Carpio, um empregado de uma empresa de seguros de vida que recorre a Mario, o seu amigo de infância, para que o ajude a conseguir 80 milhões.

ENCENAÇÃO E INTERPRETAÇÃO
GERMÁN BARRIOS e ALBY ROBAYNA
ILUMINAÇÃO WAKA GONZÁLEZ SOM YURENA MARTÍN

 

> 12 anos

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Festival de teatro ajidanha 2017: “As minhas sogras” – Grupo de Teatro Renascer

O Grupo de Teatro Renascer, apresenta no dia 16 de setembro, pelas 21h30m, no Centro Cultural do Ladoeiro, o espectáculo “As minhas sogras”. Espectáculo no ambito da programação do Festival de Teatro ajidanha 2017.

AS MINHAS SOGRAS

Benvindo é um professor à beira da reforma, com pouca paicência e muito stress. Como se não lhe bastasse ter de educar alunos adolescentes e mal comportados, ainda por cima é obrigado a aturar a mulher, a sua mãe e as suas três sogras. Todas ao mesmo tempo! Quando tantas mulheres se juntam no mesmo apartamento, Benvindo espera o pior. O resultado, contudo, nem benvindo imaginaria… A vida dá muitas voltas e a dele está prestes a dar a maior de todas. Uma história marcada por voltas e reviravoltas, peripécias imprevisíveis e onde o humor promete ser uma presença constante.

 

INTERPRETAÇÃO

 

BENVIDO Américo Gomes

MARIA FLOR Ana Carolina Ribas

MARIA DOS PRAZERES Rosa Ribeiro

MARIA ANTÓNIA Conceição Nunes

MARIA BERTA Jéssica Soares

MARIA MIQUELINA Lina Lopes

PAI DE BENVINDO João Gomes

NOVA SOGRA Maria Inês

 

ENCENAÇÃO João Gomes

AUTORIA Roberto Godinho

ADAPTAÇÃO Emanuel Bandeira

CENOGRAFIA Vera Gomes e Alberto Tavares

DESENHO DE LUZ António Oliveira

SONOLASTIA Rui Monteiro

GUARDA-ROUPA Vera Gomes

ASSISTENTE DE PALCO Manuel Gomes

MAQUILHAGEM Conceição Nunes, Jéssica Soares e Alice Sá

> 17 anos

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