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O ANEXO, em Machico

No próximo dia 21 de outubro de 2017, pelas 21h00m, no Fórum Machico (ilha da Madeira), a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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O ANEXO, em Pampilhosa da Serra

No próximo dia 27 de outubro de 2017, pelas 21h30m, no auditório Municipal de Pampilhosa da Serra, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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À deriva, em Santander (Espanha)

No próximo dia 25 de novembro de 2017, a ajidanha apresenta o espectáculo “À deriva”, na Sala Medicina da Universidade de Cantabria, no âmbito da 28.ª Muestra Internacional de Teatro Contemporáneo, em Santander (Espanha).

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico

Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Elena Miguel e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.

PÚBLICO-ALVO: Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12

DURAÇÃO: 50 minutos

No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);

No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;

Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).

No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”

No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;

No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.

(> 12 anos)

Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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À la Deriva, em Cáceres (Espanha)

No próximo dia 01 de dezembro de 2017, a ajidanha apresenta o espectáculo “À deriva”, em Cáceres (Espanha), na sala Maltraviesso Border Scene.

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico

Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Elena Miguel e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.

PÚBLICO-ALVO: Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12

DURAÇÃO: 50 minutos

No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);

No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;

Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).

No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”

No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;

No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.

(> 12 anos)

Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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À deriva, em Campanário (Espanha)

No próximo dia 02 de dezembro de 2017, a ajidanha apresenta o espectáculo “À deriva”, em Campanário (Espanha).

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico

Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Elena Miguel e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.

PÚBLICO-ALVO: Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12

DURAÇÃO: 50 minutos

No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);

No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;

Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).

No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”

No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;

No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.

(> 12 anos)

Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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À deriva, em Montijo (Espanha)

No próximo dia 24 de fevereiro de 2018, a ajidanha apresenta o espectáculo “À la deriva”, no teatro de Montijo (Espanha), pelas 21 horas locais.

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico

Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Elena Miguel e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.

PÚBLICO-ALVO: Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12

DURAÇÃO: 50 minutos

No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);

No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;

Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).

No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”

No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;
No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.

(> 12 anos)

Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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O ANEXO, em Lagos

No próximo dia 09 de dezembro de 2017, pelas 21h30m, no auditório do Centro Cultural de Lagos, a ajidanha apresenta o espectáculo de teatro “O anexo”.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942. *

Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afectos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todos as idades e todas as culturas.

“O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank)

O espectáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.
Nádia Santos

* Dos oito habitantes do anexo apenas o pai de Anne Frank (Otto Frank) conseguiu sobreviver aos campos de concentração. Foi através dele, que os diários de Anne Frank chegaram ao conhecimento do público.

Elenco técnico e artístico

Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel;
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“O anexo”, estreou a 1 e 2 de julho de 2017, no Estúdio Teatro ajidanha, em Idanha-a-Nova.

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À la deriva, em Zarza de Granadilla

No próximo dia 13 de janeiro de 2018, a ajidanha apresenta o espectáculo “À la deriva”, em Zarza de Granadilla.

À Deriva, é um dos espectáculos que a ajidanha tem actualmente em itinerância, tendo o mesmo estreado no dia 25 de maio de 2013, no estúdio da ajidanha, na Junta de Freguesia de Idanha-a-Nova.

O projecto de teatro “À Deriva” consiste numa adaptação livre do texto teatral “Em Alto Mar” de Slawomir Mrozek, a partir do qual se pretende criar uma dramaturgia própria, uma linguagem cómica e visual, capaz de dialogar com a profunda crise de valores (sociais e institucionais) em que o país, e o mundo, estão mergulhados. “À Deriva” conta-nos a história de dois homens e uma mulher perdidos em alto mar, após o que se julga ter sido uma catástrofe natural. O enredo da peça gira em torno da maneira como estes três náufragos, circunscritos ao espaço de uma balsa (jangada) e ao mesmo tempo rodeados pela imensidão do mar, enfrentam o problema da fome. As três personagens principais, Gordo, Médio e Magro, uma vez que os mantimentos acabaram, fazem tentativas de campanhas eleitorais, alianças, investidas políticas, apelo ao auto-sacrifício, numa série de pequenos e significativos eventos para justificar uma escolha fundamental: quem deverá ser comido em prol da sobrevivência. Um espectáculo caracterizado pelo nonsense, pela comédia visual e física, e pela sátira implícita do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto.

Este espectáculo será apresentado em castelhano.

Elenco técnico e artístico

Encenação e dramaturgia: José Carlos Garcia e Nádia Santos
Interpretação: Bruno Esteves, Elena Miguel e Rui Pinheiro
Cenário e figurinos: Criação colectiva
Desenho de Luz: Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som: Paulo Vaz
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

“À Deriva”, estreou a 25 de maio de 2013, no Estúdio Teatro da ajidanha, em Idanha-a-Nova.

PÚBLICO-ALVO: Geral

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/12

DURAÇÃO: 50 minutos

No dia 22 de Março de 2014, na cerimónia de encerramento do festival Cale Se 8, dos oito prémios a concurso, o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, foi nomeado para seis, tendo recebido os prémios: Melhor Sonoplastia, Melhor Cenografia, Melhor Encenação e Melhor Espectáculo. Houve ainda uma referência pela boa prestação de Rui Pinheiro (personagem “Gordo”);

No dia 22 de julho de 2014, no 2.º Festival Ibero Americano de Teatro “Ciudad de Trujillo” Espanha, recebeu o prémio de melhor actor secundário (Bruno Esteves) e o 2.º prémio para Melhor Espectáculo, no valor de 1.500,00 €;

Este espectáculo foi seleccionado para o III e IV Encuentro Internacional de Teatro Joven de Mairena del Alcor (Sevilla – España).

No dia 28 de novembro de 2015, “À deriva” recebe o prémio de melhor actor, para Bruno Esteves, na “gala do caco” relativa ao 16º Festival de Teatro de Esmoriz “Renascer 2015”

No dia 14 de Maio de 2016, na cerimónia de encerramento do 8.º Certamen Nacional de Teatro Aficionado Villa de Olvera (Cádiz – Espanha) o espectáculo “À Deriva” da ajidanha, recebe os prémios de Melhor Actriz e Melhor espectáculo;

No dia 6 de Maio de 2017, na cerimónia de encerramento, a ajidanha recebeu o prémio do terceiro lugar no XXVI Certamen de Teatro “Villa de Jarandilla”, em Jarandilla de la Vera (Espanha), no valor de 650,00 €.

(> 12 anos)

Contactos: 938983960 ou ajidanha@gmail.com

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